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Virtual Threads – adeus, `OutOfMemoryError`; olá, milhões de threads

E aí, dev que vive de ExecutorServicee CompletableFuture? Já tentou criar 10 mil threads na mão? O OutOfMemoryError vem cantando. Isso porque as threads clássicas do Java (agora chamadas de platform threads) são, basicamente, wrappers fino…

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↗ Quelle (dev.to)
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E aí, dev que vive de ExecutorServicee CompletableFuture? Já tentou criar 10 mil threads na mão? O OutOfMemoryError vem cantando. Isso porque as threads clássicas do Java (agora chamadas de platform threads) são, basicamente, wrappers finos de threads do sistema operacional. Elas são caras – cada uma consome cerca de 20 MB de memória só de pilha (stack).



Mas a partir do JDK 21, temos as virtual threads – leves, baratas. Vamos entender sem mistério.









⚠️ Qual é o problema das Platform Threads (as de sempre)?



Uma thread de plataforma = uma thread do SO.


Isso é caro em tempo (criação lenta) e espaço (stack enorme: ~20 MB).


O escalonador do SO também tem trabalho para trocar o contexto entre elas.



Faça as contas: numa máquina com 8 GB de RAM, cabem no máximo umas 400 threads (8.000 MB / 20 MB = 400). Se essas threads ficarem a maior parte do tempo esperando I/O (como acesso a banco, chamadas HTTP), o CPU fica ocioso – você mal usa o hardware.



Exemplo: uma thread trabalha 0,001 ms preparando um request, depois espera 100 ms pela resposta da rede. Nesse cenário, ela fica parada 99,99% do tempo. Com 400 threads, o uso de CPU é menor que 1%. Um desperdício.



A solução tradicional? Usar pools de threads, CompletableFuture, programação reativa (Mono/Flux). Mas o código fica mais complexo, cheio de callbacks.







✨ Virtual Threads – a revolução



Virtual threads são leves – cada uma ocupa poucos bytes (não megabytes) e vivem no heap da JVM, não na pilha do SO. Criar uma virtual thread é ~1000 vezes mais barato que uma platform thread. Elas são gerenciadas pelo próprio JVM, não pelo escalonador do SO.



A arquitetura é de muitos para poucos: milhões de virtual threads rodam em cima de um pequeno número de platform threads (as velhas conhecidas). Cada platform thread executa uma virtual thread por vez, e quando a virtual thread bloqueia (ex: aguardando I/O), a JVM desmonta ela dali e a platform thread pega outra virtual thread pronta. Isso chama-se escalonamento cooperativo – ninguém fica parado.




📌 Nota importante:


Virtual threads não devem ser pooladas nem reutilizadas. São descartáveis, baratas, criamos uma para cada tarefa concorrente e pronto.








🛠️ Criando e usando virtual threads na prática



Vamos pegar uma tarefa simples:




Runnable task = () -> System.out.println(
Thread.currentThread().toString());









1. Criar e já iniciar com startVirtualThread()






Thread vThread = Thread.startVirtualThread(task);
vThread.setName("minhaVirtual");









2. Usando Thread.ofVirtual()






Thread vThread = Thread.ofVirtual().start(task);
// Com nome
Thread vThread = Thread.ofVirtual().name("minhaVirtual").start(task);









3. Usando Thread.Builder (útil para várias)






Thread.Builder builder = Thread.ofVirtual().name("vt-", 1);
Thread t1 = builder.start(task);
t1.join();
Thread t2 = builder.start(task);
t2.join();









4. Criar sem iniciar (unstarted)






Thread vThread = Thread.ofVirtual().unstarted(task);
// depois...
vThread.start();









5. ThreadFactory de virtual threads






ThreadFactory factory = Thread.ofVirtual().name("worker-").factory();
Thread vThread = factory.newThread(task);
vThread.start();






Fácil, né? Você usa a mesma API java.lang.Thread que já conhece. Não precisa aprender CompletableFuture ou reactive streams – o código fica sequencial e legível.









🔍 Detalhes que você precisa saber





  • isVirtual() → retorna true.

  • É daemon por padrão (isDaemon() = true). Não tente mudar.

  • Prioridade sempre NORM_PRIORITY (5). setPriority() não tem efeito.

  • Não pertence a ThreadGroup tradicional – o grupo se chama "VirtualThreads".


  • toString() mostra algo como: VirtualThread[#22]/runnable@ForkJoinPool-1-worker-1. O ForkJoinPool-1-worker-1 é a carrier thread (platform thread) que está executando sua virtual thread.









🚀 Quantas virtual threads conseguimos criar?



Rode isso (com cuidado, porque ele trava o sistema só depois de milhões):




AtomicLong contador = new AtomicLong();
while (true) {
Thread.startVirtualThread(() -> {
long id = contador.incrementAndGet();
System.out.println("Virtual thread: " + id);
LockSupport.park(); // trava a thread virtual
});
}






No meu notebook, depois de 14 milhões de virtual threads o sistema ficou lento (GC atuando forte), mas não estourou memória. Isso é outro patamar de concorrência.









❗ Mitos que você deve esquecer





  • "Virtual threads são mais rápidas" – ERRADO. Elas não tornam código computacional mais rápido. Para CPU pesado, use parallel streams. Virtual threads melhoram throughput (você pode ter milhões esperando I/O), mas não latência.


  • "Devemos poolá-las" – ERRADO. Nunca crie um pool de virtual threads. Elas são descartáveis, baratas. Cada tarefa ganha a sua.


  • "Virtual threads são gratuitas" – ERRADO. Não são de graça, mas são 1000x mais baratas que platform threads.


  • "Se bloquear a virtual thread, a carrier thread também trava" – ERRADO. A JVM desmonta a virtual thread bloqueada e a carrier thread pega outra. O bloqueio não afeta outras virtual threads.









🔄 Compatibilidade retrógrada



Virtual threads funcionam com:




  • Blocos synchronized


  • ThreadLocal (mas cuidado com o número excessivo – pode não escalar)

  • Thread.currentThread()


  • interrupt() e InterruptedException



Ou seja, seu código antigo simplesmente roda em virtual threads – sem modificação. Basta mudar de new Thread(...).start() para Thread.startVirtualThread(...).









📌 Quando usar (e quando não usar)






✅ Ótimo para:




  • Muitas tarefas de I/O (chamadas HTTP, leitura de banco, acesso a arquivos)

  • Servidores web com alta concorrência

  • Substituir CompletableFuture e código reativo cheio de callbacks






❌ Não tão útil para:




  • Processamento intensivo de CPU (cálculos, criptografia, compressão) – prefira parallel streams ou manter pool de platform threads com tamanho = número de cores









🧠 Exemplo prático: simulando 10.000 chamadas HTTP



Com virtual threads fica limpo:




var httpClient = HttpClient.newHttpClient();
var requests = IntStream.range(0, 10_000)
.mapToObj(i -> HttpRequest.newBuilder(URI.create("https://api.exemplo.com/users/" + i)).build())
.toList();

try (var executor = Executors.newVirtualThreadPerTaskExecutor()) {
var futures = requests.stream()
.map(req -> executor.submit(() -> httpClient.send(req, BodyHandlers.ofString())))
.toList();

for (var future : futures) {
var response = future.get();
System.out.println(response.body().length());
}
}






Criamos 10.000 virtual threads ao mesmo tempo, cada uma esperando I/O. Com platform threads, isso seria impossível sem um pool enorme e OutOfMemoryError. Com virtual threads, roda liso.









🎯 Conclusão



Virtual threads são um divisor de águas para concorrência em Java:




  • ✔️ Crie milhões delas sem medo

  • ✔️ Código simples e bloqueante (nada de callbacks)

  • ✔️ Aproveite ao máximo o hardware em tarefas de I/O

  • ✔️ Compatível com todo o ecossistema Java



Então da próxima vez que pensar em CompletableFuture ou reactive streams, pergunte-se: dá pra resolver com virtual threads? Muitas vezes, a resposta é sim – com muito menos neuras.






Gostou? Testa aí no seu código com JDK 21+ e me conta o que achou. E lembre-se: thread virtual não é mais rápida, mas você pode ter tantas que parece mágica. ✨






Java21 #VirtualThreads #Concorrência #ProgramaçãoAssíncrona #JDK






Quer mais? O próximo post vai mostrar como usar virtual threads com Spring Boot e comparar performance com reactive. Até lá!

1. Sofort-Triage & Abwehrmaßnahmen

SOC Incident Playbook: Vulnerability Remediation & Verification
Syntax validiert (0 Fehler)
title: Detect Exploitation - Virtual Threads – adeus, `OutOfMemoryError`; olá, milhões de threads
id: 79768195-bc68-4042-871b-19631730559d
status: experimental
description: Automatisch generierte SIEM-Erkennungsregel basierend auf CTI Intelligence
references:
  - https://tsecurity.de/
author: iShareStuff CTI Automated Detection Engine
date: 2026-09-27
logsource:
  category: network_connection
  product: any
detection:
  selection:
      CommandLine|contains:
        - 'exploit'
  condition: selection
falsepositives:
  - Legitime administrative Zugriffe oder Penetrationstests
level: high
tags:
  - attack.initial_access
Syntax validiert (0 Fehler)
rule CTI_Threat_Indicator {
    meta:
        author = "iShareStuff CTI Automated Detection Engine"
        date = "2026-09-27"
        description = "YARA Signature for "
    strings:
        $str = "Virtual Threads – adeus, `OutO" ascii wide
    condition:
        any of them
}
Syntax validiert (0 Fehler)
index=security sourcetype IN ("cisco:asa", "pan:traffic", "zeek_conn", "suricata", "WinEventLog:Security")
("Virtual Threads  adeus OutOfMemoryError ")
| stats count earliest(_time) as first_seen latest(_time) as last_seen by src_ip, dest_ip, dest_host, signature
| eval first_seen=strftime(first_seen, "%Y-%m-%d %H:%M:%S"), last_seen=strftime(last_seen, "%Y-%m-%d %H:%M:%S")
| sort - count
Syntax validiert (0 Fehler)
message: "*Virtual Threads  adeus OutOfMemoryError *"
Syntax validiert (0 Fehler)
CommonSecurityLog
| where Message has "Virtual Threads  adeus OutOfMemoryError "
| summarize EventCount = count(), FirstSeen = min(TimeGenerated), LastSeen = max(TimeGenerated) by SourceIP, DestinationIP, DestinationPort, Activity
| extend DetectionRule = "iShareStuff-CTI-Compiled"
| sort by EventCount desc

2. Cyber Threat Intelligence & Forensik

🎯
MITRE ATT&CK Matrix Navigator 14 Taktiken
Reconnaissance
-
Resource Development
-
Initial Access
Execution
Persistence
-
Privilege Escalation
Defense Evasion
Credential Access
-
Discovery
-
Lateral Movement
-
Collection
-
Command and Control
Exfiltration
-
Impact
tsecurity.de Cognitive Threat RAG
Fokus-Vektor:

Analyse für identifizierte Bedrohung auf Basis von Live-CTI (ENISA EUVD): CVSS 0.0 · EPSS 0.0% · CISA KEV: nein. Handlungsableitung aus den verlinkten Hersteller-Quellen.

🛡️ Angriffsfläche & Exposure

Netzwerk/Remote-Zugriff ohne Vorauthentifizierung möglich.

⚡ Empfohlene Sofortmaßnahmen
  • 1. Perimeter-Inspektion: Relevante Portfreigaben und exponierte Endpunkte unverzüglich scannen.
  • 2. Patch-Applikation: Hersteller-Hotfix einspielen oder betroffene Daemons in isolierte DMZ-Segmente überführen.
  • 3. Telemetrie & EDR-Alerts: Prozessaufrufe und Child-Processes auf anomale Shell-Spawns überwachen.
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